A Assembleia Geral das Nações Unidas consolida um marco jurídico e político nesta quarta-feira (26) ao aprovar a resolução que classifica o tráfico transatlântico de africanos e a escravidão racializada como o maior crime contra a humanidade na história mundial. Com 123 votos favoráveis, a decisão isola um bloco composto por Estados Unidos, Israel e Argentina, que votaram contra a medida, revelando um alinhamento ideológico com as pautas de negação histórica características da extrema direita contemporânea.

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