Por Sandro Oliveira
Até o ano de 2017, as paróquias de Coração de Maria, Irará, Ouriçangas e Água Fria, faziam parte do Setor II. Decidimos nos separar e, a partir dessa mudança, foi criado o Setor III do cursilho GED (Grupo Executivo Diocesano) da Arquidiocese de Feira de Santana. Logo em seguida, convidamos a paróquia de Santanópolis para caminhar conosco, e hoje somos compostos por esses cinco Núcleos.
Desde 2018 até os dias atuais, o Setor III teve três coordenadores, e cada um deixou a sua contribuição fundamental. O primeiro foi Djair, que liderou por dois anos. A segunda foi Alexandra, que também coordenou por dois anos. A gestão dela foi, sem dúvida, a mais difícil, pois coincidiu com a pandemia da Covid-19 — um período extremamente desafiador não só para o Cursilho, mas para o mundo inteiro. Eu, Sandro Oliveira, assumi como o terceiro coordenador e estou completando três anos de missão. Em maio de 2022, a pedido de Alexandra, participei da Assembleia Diocesana e, em junho daquele mesmo ano, assumi oficialmente a coordenação do nosso setor.
O cenário pós-pandemia que encontrei era muito delicado. O Cursilho vivia um momento difícil, com os cursilhistas dispersos. Nossa missão principal não era recolher os cacos, mas sim juntar todo mundo novamente e reacender no coração de cada um a vontade e o orgulho de ser cursilhista. Para isso, tivemos a ideia de realizar uma Ultreia Interparoquial com o tema "Sentimento de Pertencimento", e o resultado foi maravilhoso.
De lá para cá, com a graça de Deus, realizamos:
- Várias Ultreias setoriais e paroquiais;
- A estruturação da Escola Vivencial, com o desenvolvimento de um roteiro temático distribuído semanalmente para os coordenadores paroquiais;
- Três Assembleias Setoriais;
- Dois Cursilhos Mistos;
- Um contato semanal constante por meio de ligações diretas, mensagens no WhatsApp e vídeos motivacionais nas redes sociais;
- Incentivei os núcleos a criarem páginas no Instagram para divulgar as atividades do movimento;
- Incentivamos a participação dos cursilhistas nas atividades da paroquia.
O único objetivo que me deixou sentido por não conseguir realizar foi uma grande confraternização social entre todas as paróquias.
Apesar de todas as dificuldades encontradas no caminho, concluímos este ciclo com a certeza do dever cumprido, pois todos os compromissos assumidos foram realizados.
Temos total consciência de que sempre é preciso melhorar nossas ações, mas sabemos que tudo o que foi feito só se tornou possível porque estávamos todos unidos. Esse espírito de união e trabalho em equipe deve continuar agora sob a condução de Joilma.
Fechamos este ciclo com a alegria de quem plantou sementes de união. Que a nossa caminhada continue firme, e que a nova gestão de Joilma seja iluminada e cheia de frutos.


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